Matutu, na língua indígena dos antigos habitantes, significa Cabeceira Sagrada

Considerado um dos locais mais belos de Minas Gerais, o Matutu conserva muito da sua biodiversidade e recursos naturais intactos, graças também ao cuidado da comunidade local. Repleto de mirantes e cachoeiras, é um vale esplêndido, esculpido nas encostas da Serra do Papagaio, que por sua vez faz parte da cadeia de montanhas da Serra da Mantiqueira. Está localizado no município de Aiuruoca e é considerado pela UNESCO como Zona Núcleo da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.

Os inúmeros atrativos naturais do vale são de uma beleza mágica. Por toda parte baixa do vale, riachos serpenteiam os gramados e bosques nativos. Cachoeiras e mirantes podem ser visitadas em caminhadas fáceis e de curta duração.

As montanhas que rodeiam o Matutu atingem altitudes que vão de 1200 m a 2350 m e são coroadas pelos campos rupestres, formação rara e delicada, que abriga uma vegetação rasteira de savana e mirantes deslumbrantes, de onde brotam as águas puríssimas que se derramam para o vale. Lá também se encontram as trilhas de altitude, que podem ser percorridas em caminhadas de mais longa duração e diferentes níveis de dificuldades. É nessa área que o Matutu faz limite com o Parque Estadual da Serra do Papagaio.

A ocupação tradicional camponesa do lugar, com base na agricultura familiar de subsistência, começou a receber, a partir dos anos 80, a chegada de novos moradores vindos de centros urbanos e que ali fixaram residência, trazendo novas habilidades e influenciando uma cultura local que hoje, além de cultivar a terra, cria arte e desenvolve atividades ambientais, terapêuticas e educacionais.

O Casarão, secular sede da fazenda antiga e patrimônio histórico municipal, está no centro do Matutu. Atualmente é a sede da Associação de Moradores e Amigos, a AMA Matutu e abriga um Centro de Informações ao visitante. Sempre que se chega ao Matutu, entrar no Casarão e receber as boas vindas e orientações básicas para visitação é uma demonstração de respeito e uma atitude de cooperação com o trabalho desenvolvido pelos moradores, guardiões do vale.

Autêntico, expressivo e belo, o lugar costuma despertar em todos que o visitam um sentimento de pertencimento e familiaridade. Conhecer o vale quase sempre nos leva a uma surpreendente descoberta: o Matutu… existe!


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